sexta-feira, 14 de agosto de 2009

All points between

Essa eu fiz de uma apresentação do The Light surgeons. A obra All points between (2001) é um trabalho do chamado vjing e inaugura a seção/sessão de imagens paradas do cinema ao vivo e em eterno movimento. A expriência é sobre um contato imediato. "You may think this is crazy..."
Vejam no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=yXxML7IssWo&feature=related



quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Para Marte

Não sei como te encontrar, o que dizer.. como vai ser? Só "como vai você"
Se os pelos do meu corpo eles não param de crescer o que dizer do meu querer

Vou levando a vida por aqui e tentando o teu amor conseguir

Vou dizendo só não posso te esperar, pois meu tempo é caminho pra um lugar

Então o que posso te falar
É te espero até o dia clarear
Tendo um dia a duração
do teu olhar
do teu amar,
do teu querer
do bem querer....

Agora sei o que te dizer não é tão fácil perceber? Que esse amor nos fez parar de sofrer
Se os pelos do meu corpo esses pararam de crescer
Foi só pra continuar a dizer que eu quero você

Vamo levando a vida por aí e tentando nosso amor prosseguir
Vou dizendo vou pra sempre te esperar
Pois meu tempo é o de um filho a se criar

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Imagem-música


" A grande questão hoje, depois de todos os choques e crises que acomteram não apenas a música, mas todas as formas canônicas de arte no final do século XX é saber se a exclusão da imagem é realmente um fato que diz repeito a uma natureza ou especificidade da música ou apenas um interdito datado historicamente"

Arlindo Machado

domingo, 9 de agosto de 2009

Running...


Não fui ao Information Society, mal consegui vê-los no tenebroso Domingão. Os vocais pelo que senti estavam péssimos. .. Kurt Harland nunca foi um grande cantor e nem era muito pelo canto que eu ouvia essa sociedade... A importância da banda já tá no nome, nos timbres, na organicidade maquínica. Essa vs de Running é curiosa. Depois posto uma versão minha...


sábado, 8 de agosto de 2009

Profissão repórter


"Coração Vagabundo", de Fernando Grostein Andrade é genial! Pra quem gosta ou odeia Cateano ( eu sou fascinado), o filme é uma aula do que pode o documentário contemporâneo. Mostrando que conhece cinema, o diretor liga o filme através de diversos media: o trem, o telefone, os instrumentos. Da laços ao filme com Antonioni ( que sem uma palavra me levou ao choro, que na explicação do Caetano me fez entender um pouco mais sobre o cinema) e Almodovar. A belíssima sequencia da resposta ao Hermeto, a lembrança a Gisele Bünchen, o próprio corpo de Caetano são momentos belíssimos. As músicas aparecem como costura também. Nine out of ten tá lá, Odara, não. Graças a Deus!!! O ateísmo de Caetano, o niilismo tropicalista ( a imagem que mais ficou do filme pra mim é que a tropicália é o principal movimento da cultura brasileira- com todo o exagero possível!), a poesia baiana que tanto nos alimenta são fases de um documento da história da música brasileira

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

História(s) da comunicação


Segunda última (3/08) foi o lançamento do livro "Introdução à história da comunicação", organizado pelos amigos Pablo Laignier e Rafael Fortes (foto). Com artigos de Rogério Sacchi, Isabel Spagnolo, Andréa Vale ( foto) e um meu sobre fotografia e cinema. Um abraço a todos os envolvidos. A editora é a e-papers que lança o meu "Desconstruindo McLuhan" em outubro.